segunda-feira, 21 de abril de 2008

Sobre flores e acostamentos.


As fagulhas e os restos daquela dor ainda estão presentes, mas estão sozinhos, isolados.
Ainda ouço o som daquele grito abafado de um louco, dopado, querendo livrar-se de amarras. E eu posso aguentar, em silêncio, todo esse pesar.
Eu sei que o teu olhar está ali, fixo, por isso vou continuar evitando esses caminhos tediosos, ainda que eu deixe de ver a beleza das rosas que perfumam o acostamento.

4 comentários:

Kika Macedo disse...

Hum!

Tudo tão real!!
Palavras tão bem colocadas!

Gostei muito do seu blog!

Mai Amorim disse...

Já tá ficando manjado eu chegar aqui e me fascinar. ^^

huhaua mas eu não reclamo não...

lindo! Hum, nuances, detalhes, sacadas, olhares... ah, bom demais.


;**

andy disse...

Aquela borboleta é interessante, sim... Aquela roxinha! xD
Haha!

Anônimo disse...

eu faço a mesma cosa, sacrifico caminhos em prol da minha paz. sei que perco muito,mas a vida é assim,

cada escolha... uma renuncia...