Ela lia. E tirava, prazerosamente, o resto de esmalte das unhas: camadas e camadas que ficavam na pele, grudadas no sorriso dela. Ela respirava lentamente, como se quisesse, pelo ar, devorar todas as palavras que enchiam o livro em um redemoinho sem fim. Ela era fato, enfim!
No outro, o sabor de cada gesto, o prazer da cena!
Depois de tanto tempo, o frio persistente na barriga transformou-se em algo que em alguns momentos eu chamava de qualquer coisa grande que preenchia todos os espaços vazios e, em outros: Amor.
Aquele que nasceu entre as pedras.
2 rabiscos:
é tão confuso isso de achar bonito algo que nos faz sentir que temos um espaço vazio. mas eu achei. =*
eu lembrei de alguém que gostava de conversar sobre o amor... e dizia que muitas das vezes o que chamamos de amor é apenas um exagero do afeto.
que o amor, aquele de verdade, passa por muitas provas, pra ser o que é...
nasce entre as pedras...
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