domingo, 8 de agosto de 2010

Palavras que pulsam cores.

Vermelho: da cor da noite quando sobe. Ou da saudade, quando ela aperta: Branco. Não há nada mais barulhento que o relógio que parou: Cinza. O espelho que reflete o Preto do som límpido de ontem quebrou. Azuis eram os cacos que, brilhando, cegavam as retinas Verdes da espera. O cheiro das notas que saíam do violão largado no canto ensurdecia em seu incomensurável...

...Silêncio!

Entre os relógios que batem e os vasos coladoridos, repousam leves, lépidas, elas: as cores que saem da boca amarga do tempo.

3 comentários:

Penedo Junior disse...

As cores são intrigantes!
Lindo blog!

Anônimo disse...

Genial brief and this post helped me alot in my college assignement. Say thank you you for your information.

L. M. disse...

Amei o seu jeito de transformar cores em sensações! Lindo.