
Fica sempre uma saudade velada de um abraço, um cheiro, um ontem. Fica também o medo da perda. Medo do amanhã que ainda não veio. Mas, paradoxalmente, desejado: que venha e traga a fé no sentir do outro, que traga dias limpos e lindos. Que leve o medo que arrasta consigo a beleza das cores que iluminam os melhores dias.
Fica a certeza do amor que emana todos os dias de um coração que era desenganado, mas que se traduziu no maior amor que poderia sustentar. Fica uma necessidade de receber, todos os dias, o eu te amo que tira os pés do chão e transforma as incertezas em pedaços de felicidade.